PROLOG
Programmation en Logique

 

A expressão programação em lógica é devida a Robert Kowalski (1974) e designa o uso da lógica como linguagem de programação de computadores.

Kowalski identificou, em um particular procedimento de prova de teoremas, um procedimento computacional, permitindo uma interpretação procedimental da lógica e estabelecendo as condições que nos permitem entendê-la como uma linguagem de programação de uso geral.

O primeiro interpretador experimental foi desenvolvido por um grupo de pesquisadores liderados por Alain Colmerauer na Universidade de Aix-Marseille (1972) com o nome de Prolog, um acrônimo para "Programmation en Logique".

Seguindo-se a este primeiro passo, implementações mais praticas foram desenvolvidas por Battani e Meloni (1973), Bruynooghe (1976) e, principalmente, David H. D. Warren, Luís Moniz Pereira e outros pesquisadores da Universidade de Edimburgo (U.K.) que, em 1977, formalmente definiram o sistema hoje denominado "Prolog de Edimburgo", usado como referência para a maioria das atuais implementações da linguagem Prolog.

Prolog é uma linguagem particularmente adequada para programas que envolvem computação simbólica ou não-numérica. Por esta razão, é freqüentemente usada para Inteligência Artificial, onde manipulação de símbolos e inferências são tarefas comuns. Aplicações como sistemas especialistas e linguagens naturais são exemplos claros da utilidade da linguagem Prolog, uma vez que necessitam de regras fornecidas pela experiência humana para que sejam eficientes.

Links


          

 

Exemplos de aplicações

SWI-Prolog Applications            IF/Prolog Applications            Visual Prolog Applications 

Sistemas Baseados em Conhecimento (SBCs) 

Sistemas Especialistas (SEs)

Processamento da Linguagem Natural (PLN)

Educação

Arquiteturas Não-Convencionais

Lógica matemática

Solução de equações simbólicas

Planejamento Automático de Atividades

Aplicações de “General Problem Solving”, como Jogos

Compiladores

Análise Bioquímica e projetos de novas drogas